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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Dia do Evangélico atrai a atenção dos moradores da cidade

1° celebração kids do dia do evangelico em Almirante Tamandaré  foi realizado no dia 13 de maio de 2017 mais de 350 crianças de varias igrejas estiverão presentes e eu tive a Honra de ajudar a organizar. ''TORA HONRA E TODA A GLÓRIA SEJA DADÁ AO SENHOR JESUS, TUDO QUE FAÇAMOS, FAÇAMOS PARA A GLÓRIA DE DEUS.'' 

Meus muito obrigado a comissão organizadora por me conseder estar na frente desta função e aos pastores que enviarão seus grupos para participar e aos pais por poder estarem levando as crianças e participando com suas familias e assim verdadeiramente celebrando com todos o dia do evangelico. As tias e lideres que participarão: 
Tia Silmara 
Tia Marcia boy e sua equipe
Tia Ester Marys
Missionário Tio Paul e Tia Jojô
Tio Daniel e Tia Nubia 
Tia Daniela e sua equipe
Tia Adelaine e Stefani
Igreja:
Resgate
JOCUM - Tamandare as 2 bases locais
ADPV KIDS

E o apoio da:
Itamar - Solomedi
Pablo - Auta Pressão
TP Eventos e Produções

Alem do apoio fundamental da Jocelia da secretaria da Familia e da Prefeitura de Almirante Tamandaré.

O nosso muito OBRIGADO do Tio Paul e Tia Jojô .


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Louvor alegria tio paul e tia jojô

compartilhe, curta se INSCREVA em nosso canal e nos ajude a divulgar 13 de maio pre lançamento do cd alegria do Tio Paul e Tia Jojô em Almirante Tamandaré.

terça-feira, 21 de março de 2017

ESTATÍSTICAS - Governo fará diagnóstico sobre Sistema de Garantia dos Direitos

ESTATÍSTICAS - Governo fará diagnóstico sobre Sistema de Garantia dos Direitos


O Governo do Estado inicia em fevereiro o Censo do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (Censo SGD). A decisão foi tomada pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca) e o diagnóstico será feito pela Secretaria da Família e Desenvolvimento Social.
CEDCA/PRSegundo a presidente do Cedca, Márcia Tavares dos Santos, as informações fornecidas pelos conselheiros tutelares e de direitos serão armazenadas por um sistema de informação via internet que estará hospedado nos sites www.familia.pr.gov.br e no www.cedca.pr.gov.br.
"O preenchimento do formulário eletrônico do Censo SGD será obrigatório para todos os municípios. Na plataforma dos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente deverá ser preenchida pelos seus secretários executivos e na dos conselhos tutelares pelos presidentes de cada colegiado", explica Márcia.
O cadastro dos conselhos ficará aberto para preenchimento e atualizações permanentemente. As informações gerenciais e censitárias serão fornecidas e atualizadas em períodos específicos a cada ano, a partir de 2013. O primeiro diagnóstico será realizado de 1º de fevereiro a 30 de março. A Secretaria alerta que a não participação no censo terá como consequência o bloqueio do acesso a recursos do Fundo Estadual para a Infância e a Adolescência (FIA) pelos gestores municipais e conselhos tutelares.
"Com mais esta iniciativa vamos traçar uma estratégia e saber em que pontos atuar mais incisivamente. Desde do começo da nossa gestão estamos investindo fortemente nas estruturas e em capacitações para garantir o direito de crianças e adolescentes", afirma a secretária da Família, Fernanda Richa.
Os escritórios regionais da Secretaria da Família acompanharão o processo. Para saber mais informações, basta entrar no www.familia.pr.gov.br e no menu lateral acessar escritórios regionais e entrar em contato com a unidade responsável pelo município.

Crianças e Adolescentes em Dados Estatísticos

CADÊ? Brasil 2011 - Crianças e Adolescentes em Dados Estatísticos

O Fórum Nacional DCA, em parceria com a KNH Brasil, Instituto C&A, Visão Mundial, Plan Brasil e Rede Marista de Solidariedade, forma o comitê gestor de monitoramento, comitê este que é a instância de discussão, contribuição, definição e validação do processo de implementação do Sistema de Monitoramento de Direitos da Criança e do adolescente - SMDCA.
As organizações parceiras do Forum apoiam o CADÊ? - Crianças e Adolescentes em Dados E Estatísticas 2011, que é segundo relatório de monitoramento de direitos da criança e adolescente do Brasil.
O relatório tem o intuito de produzir mecanismos de transformação social, a partir de implementações de políticas públicas que, atendam as necessidadesdo público infanto-juvenil; assegurando o cumprimento de seus direitos previstos no marco legal brasileiro.
O CADÊ? - com sua compilação de dados estatísticos e indicadores, sinalizam a situação dos direitos da criança e do adolescente no Brasil. O relatório apresenta dados significativos oriundos de fontes oficiais, apresenta lacunas que precisam ser preenchidas para obter um retrato fiel da realidade brasileira.
O relatório 2011 tem em seu contexto a atualização de 84,4% dos indicadores constantes no primeiro relatório de 2010, essa realidade só foi possível, devido a divulgação do CENSO 2010, bem como outros seis novos indicadores sugeridos pelas entidades filiadas ao Fórum Nacional DCA.
O relatório traz significativas considerações da realidade brasileira, bem como a redução da taxa de mortalidade infantil que de 1,17% no Brasil de 2008, quando era de 15,02%, para 2010 com registro de 13,85%. Os estados que obtiveram as maiores quedas foram os estados do Amapá (-5,49%), Roraima (-3,74%) e Sergipe (-2,75%).
Outro dado obtido pelo CADÊ? - é a distribuição percentual de escolas que funcionam em terras indígenas, assentamentos rurais e áreas remanescentes de quilombos. Obteve-se uma diferença de 0,13% de 2008 (5,39 % corresponde a 8.920 escolas) para 2010 (5,26% equivalente a 8.420 escolas), apresentando, aumento no número de escolas em terras indígenas de 2.515 para 2.744 e, em áreas remanescentes de quilombos, de 1.663 para 1.889escolas.
Com base no levantamento nacional de atendimento socioeducativo ao adolescente em conflito com a lei, o manual aponta que no ano de 2009 havia 11.901 internados, sendo 11.454 do sexo masculino e 447 do sexo feminino e, no ano de 2010 o número aumentou para 12.041, dos quais 11.463 do sexo masculino e 578 do sexo feminino. Os estados de São Paulo, Pernambuco e Paraná concentram os maiores números com, respectivamente, 5.107,1023 e 778. Em internação provisória, havia em 2009, 3.471 adolescentes, sendo 3.278 do sexo masculino e 193 do sexo feminino e, em 2010 aumentou para 3.934, dos quais 3.716 são meninos e 218 são meninas.
Hudson Freitas - 13/08/2012
Informativo da KNH Brasil

45% das notificações de violência no PR são contra crianças e adolescentes

45% das notificações de violência no PR são contra crianças e adolescentes (SESA/PR)

No Dia Nacional de Luta contra o Abuso e a Exploração Sexual Infanto-Juvenil (18/05/2012) a Secretaria da Saúde divulga um levantamento feito a partir das fichas de Notificação/Investigação da violência doméstica, sexual e/ou outras violências nos serviços de saúde sobre a violência contra crianças e adolescentes. A notificação pelos serviços de saúde é obrigatória nos casos suspeitos ou confirmados de violência de acordo com a portaria nº 104 do Ministério da Saúde, de 25 de janeiro de 2011.
“O dia nacional de Luta é mais um elemento para o enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, pois com a mobilização dos diferentes setores da sociedade, dos governos e da mídia é possível comover a opinião pública contra a violência sexual de crianças e adolescentes”, afirmou o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto.
Dados preliminares da Secretaria da Saúde mostram que nos anos de 2010 e 2011 foram notificados no Paraná 8.775 casos de violência (3.237 em 2010 e 5.538 casos em 2011). Destes, 3.971 (45%) são de agressão contra crianças e adolescentes. “Os dados ainda não expressam a realidade da violência no Paraná, pois a notificação nos serviços de saúde ainda está sendo implementada nos municípios. No entanto, com esses dados podemos delinear o perfil dos casos atendidos nos serviços de saúde”, enfatizou o superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz.
A análise mostrou que o tipo de violência mais característico em crianças (0 a 11 anos) é a negligência ou o abandono (tanto em meninos quanto em meninas) – chegando a 48% do total dos casos notificados. A violência sexual (26,9 % – principalmente contra meninas) ocupa a segunda colocação, seguido pela violência física (onde tem maior incidência contra meninos) e pela violência psicológica ou moral que afeta de forma significativa os dois sexos.
Já na adolescência a forma predominante de violência é a física (em ambos os sexos), seguido por violência sexual e violência psicológica e/ou moral (principalmente contra meninas); e por negligência e abandono (mais predominante contra meninos).
Dentre as formas de violência sexual contra a criança e o adolescente a principal é o estupro, que, de acordo com legislação de 2009, passou a incluir também o atentado violento ao pudor. Este tipo de violência corresponde a 66,4% dos casos contra a criança e o adolescente; seguido pelo assédio sexual com 22,4%. “Ainda não há registros consistentes de exploração sexual e pornografia infantil, pois a notificação nos serviços de saúde abrange principalmente a violência doméstica”, explica o técnico da Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde, Emerson Peres.
Quando há registro deste tipo de violência, uma cópia da ficha de notificação deve ser encaminhada aos Conselhos Tutelares e/ou autoridades competentes (Juizado da Infância e Juventude e/ou Ministério Público da localidade).
Em 2002 foi criada no Paraná a Comissão Estadual Interinstitucional para construir o Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Contra a Criança e o Adolescente. A comissão reúne entidades governamentais e não-governamentais para enfrentar a violação de direitos de meninas, meninos e jovens.
A Secretaria da Saúde está representada pelos técnicos Emerson Luiz Peres, da Superintendência de Vigilância em Saúde e Nádia Tadra, da Superintendência de Atenção à Saúde. “Atualmente a comissão tem se dedicado a acompanhar a implementação do plano 2010/2015, sempre numa perspectiva interdisciplinar, intersetorial e interinstitucional,” disse Emerson. As discussões da comissão são pautadas não apenas na violência de natureza sexual contra a criança, mas em toda forma de violência e violação de direitos da criança e do adolescente.
PREVENÇÃO
Em março deste ano, o secretário Michele Caputo Neto assinou a resolução Nº 177/2012, que define o repasse de R$ 570 mil para 19 municípios implementarem Núcleos de Prevenção da Violência e Promoção da Saúde. Os recursos são do Ministério da Saúde e do governo do Estado, sendo que cada município receberá R$ 30 mil. Sete municípios paranaenses já têm implantados núcleos de prevenção – Curitiba, Londrina, Maringá, Toledo, Foz do Iguaçu, Piraquara e São José dos Pinhais.
  
Notícias da SESA
18/05/2012

segunda-feira, 20 de março de 2017

A Música na Adoração a Deus

A Música na Adoração a Deus

Deus sempre quis ser adorado por meio da música. Mas há uma diferença significativa entre o tipo de música que Deus desejava no Antigo Testamento e o tipo que ele autoriza no Novo. O objetivo deste estudo é descobrir nas Escrituras que tipo de música Deus deseja que usemos no culto cristão.
A lei de Moisés

A música que agradava a Deus no Antigo Testamento envolvia o uso de vários instrumentos. Logo após a travessia do mar Vermelho, Miriã e as mulheres de Israel adoraram a Deus com cânticos acompanhados de danças e tamborins (Êxodo 15:20-21). Os profetas dos tempos de Samuel usavam saltérios, tambores, flautas e harpas (1 Samuel 10:5). No período de Davi, Deus era adorado com cânticos acompanhados "com instru-mentos músicos" (1 Crônicas 15:16, 28). 1 Crônicas 16 menciona o uso de alaúdes, harpas, címbalos, trombetas e instrumentos de música (1 Crônicas 16:5, 42). Davi deu instruções específicas para o uso desses instrumentos (veja 1 Crônicas 23 e 25, em que a adoração é descrita detalhadamente). A adoração nos dias de Salomão era semelhante: "e quando todos os levitas que eram cantores, isto é, Asafe, Hemã, Jedutum e os filhos e irmãos deles, vestidos de linho fino, estavam de pé, para o oriente do altar, com címbalos, alaúdes e harpas, e com eles até cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas; e quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram para se fazerem ouvir, para louvarem o Senhor e render-lhe graças; e quando levantaram eles a voz com trombetas, címbalos e outros instrumentos músicos para louvarem o Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a casa, a saber, a Casa do Senhor, se encheu de uma nuvem . . . Assim, o rei e todo o povo consagraram a Casa de Deus. Os sacerdotes estavam nos seus devidos lugares, como também os levitas com os instrumentos músicos do Senhor, que o rei Davi tinha feito para deles se utilizar nas ações de graças ao Senhor, porque a sua misericórdia dura para sempre. Os sacerdotes que tocavam as trombetas estavam defronte deles, e todo o Israel e mantinha em pé" (2 Crônicas 5:12-13; 7:6). Clarins e trombetas acompanhavam os cânticos de louvor a Deus na época de Asa (2 Crônicas 15:14). Atente para o fato de que nada disso era mera invenção humana; Deus tinha exigido esse tipo de adoração: "Também estabeleceu os levitas na Casa do Senhor com címbalos, alaúdes e harpas, segundo mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do Senhor, por intermédio de seus profetas" (2 Crônicas 29:25). Após a volta do cativeiro, a adoração foi conduzida de modo semelhante: "Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do Senhor, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem o Senhor, segundo as determinações de Davi, rei de Israel" (Esdras 3:10). Na cerimônia da dedicação pelos muros de Jerusalém havia címbalos, alaúdes, harpas e trombetas (Neemias 12:27-36). Como disse Isaías: "O Senhor veio salvar-me; pelo que, tangendo os instrumentos de cordas, nós o louvaremos todos os dias de nossa vida, na Casa do Senhor" (Isaías 38:20).

O Saltério (Salmos) era o cancioneiro de Israel. Os salmos dão muito destaque ao uso de instrumentos musicais na adoração a Deus. "Celebrai o Senhor com harpa, louvai-o com cânticos no saltério de dez cordas. Entoai-lhe novo cântico, tangei com arte e com júbilio" (Salmo 33:2-3). "Então, irei ao altar de Deus, de Deus, que é a minha grande alegria; ao som da harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu" (Salmo 43:4). "Salmodiai e fazei soar tamboril, a suave harpa com o saltério. Tocai a trombeta na Festa da Lua Nova, na lua cheia, dia da nossa festa. É preceito para Israel, é prescrição do Deus de Jacó" (Salmo 81:2-4). Passagens semelhantes encontram-se espalhadas pelos Salmos. O salmo 92 menciona o uso de "instrumentos de dez cordas" junto com o saltério e a harpa (Salmo 92:1-3). "Celebrai com júbilio ao Senhor, todos os confins da terra; aclamai, regozijai-vos e cantai louvores. Cantai com harpa louvores ao Senhor, com harpa e voz de canto; com trombetas e ao som de buzinas, exultai perante o Senhor, que é rei" (Salmo 98:4-6). Embora de nenhum modo tenhamos citado todos os textos relacionados à questão, ficou mais que claro que Deus era adorado por instrumentos musicais no Antigo Testamento. As referências são bem freqüentes e não dão margem para dúvida. "Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes. Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!" (Salmos 150:3-6). Veja também Salmos 147:7 e 149:3.
O evangelho de Cristo

A música no Novo Testamento apresenta um forte contraste com a do Antigo Testamento. Não se fazem referências ao uso da música instrumental na adoração do Novo Testamento! Após ler tantos textos que mencionam o uso dos instrumentos musicais no Antigo Testamento, a diferença é marcante e importante. Observe os seguintes textos: "Por volta de meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam" (Atos 16:25). "Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente" (1 Coríntios 14:15). "Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguem alegre? Cante louvores" (Tiago 5:13). O louvor que oferecemos deve ser aquele em que aconselhamos e instruímos uns aos outros: "Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração" (Colossenses 3:16). Deve estar claro que nenhuma harpa nem flauta tem condições de instruir. "falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais" (Efésios 5:19). Esse texto de Efésios é interessante porque especifica claramente qual instrumento deve ser usado: o coração. Jamais se menciona nenhum instrumento mecânico em relação à adoração de Deus no Novo Testamento. O escritor de Hebreus resume: "Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome." (Hebreus 13:15). O nosso sacrifício de louvor deve ser o "fruto dos lábios".
Isso não significa que os instrumentos musicais não existissem no período do Novo Testamento. Aliás, eles são mencionados diversas vezes, ligados a acontecimentos sem relação com o culto (Mateus 9:23; 11:17; Lucas 15:25, etc.). Mas jamais são mencionados em referência à adoração. Isso se assemelha ao uso do sacrifício de animais no culto. No Antigo Testamento, é difícil encontrar uma só página que não mencione o sacrifício de animais. No evangelho de Cristo, entretanto, não há nenhuma menção do sacrifício de um único animal. Isso, obviamente, não significa que não se cozinhavam nem comiam animais nos lares dos cristãos do Novo Testamento, mas sim que jamais eram usados para adorar a Deus.Dois princípios fundamentais

É importante entender que não nos achamos mais debaixo da lei do Antigo Testamento. Vários textos insistem nesse ponto: Romanos 7:2-4; Efésios 2:14-15; Colossenses 2:14-17; Hebreus 8, etc.. Observe as palavras de Gálatas 3:24-25: "De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio." Mais adiante no mesmo livro, Paulo afirmou que quem se voltar para o Antigo Testamento e obedecer a uma parte dele o obrigava a cumprí-lo todo: "Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes" (Galátas 5:2-4). A lei do Antigo Testamento não é a autoridade para nós hoje. Às vezes, as pessoas afirmam que isso não se aplica aos salmos. Mas em João 10:34, Jesus se refiriu a Salmo 82:6 como "lei". Isso não é de surpreender. Os que recorrem a Davi como a autoridade para o uso de instrumentos no culto a Deus jamais se voltam para ele para autorizar a poligamia, o sacrifício de animais, a observância do sábado e das festas judaicas, mas ele fazia tudo isso. Nenhuma parte do Antigo Testamento, a não ser a que se repete no Novo, nos vale como autoridade.

Devemos também reconhecer a necessidade da autoridade da Bíblia em tudo o que fazemos. Uma vez que as Escrituras nos tornam completos para toda boa obra (2 Timóteo 3:16-17), então, se alguma coisa não se encontra no Novo Testamento, não é boa obra. O que ultrapassa a doutrina de Cristo é errado (2 João 9). Toda adoração procede ou da autoridade de Deus ou das ordenanças humanas. Se for proveniente da autoridade de Deus, existe a Escritura para comprová-la. Se não se acha no Novo Testamento, então a adoração procede do homem, e Deus a eliminará (veja Mateus 15:8-9, 13-14). Vários exemplos da forma em que Deus tratou o homem no passado exemplificam esse conceito. Quando Deus ordenou que o fogo para o altar do incenso fosse trazido de uma determinada fonte, e Nadabe e Abiú o trouxeram de uma fonte a respeito da qual Deus nada tinha dito, eles foram queimados com fogo do céu (Levítico 10:1-3). Quando Deus mandou que a arca da aliança fosse transportada nos ombros dos levitas, mas Davi a transportou de um modo não mandado por Deus, o Senhor o puniu.

A questão básica é esta: o Novo Testamento não contém a autorização do uso de instrumentos musicais na adoração a Deus. Sem dúvida não se trata de um descuido acidental de Deus, porque, quando ele quis que os instrumentos musicais fossem usados durante a época do Velho Testamento, ele o declarou muitas vezes. Já que não há base no Novo Testamento para o uso do instrumento musical na adoração, o homem que respeita à autorização divina não tocará instrumentos em adoração a Deus, assim como não oferecerá sacrifício de animais. A pessoa que hoje deseja justificar o sacrifício de animais na adoração, deve citar um texto no Novo Testamento que o confirme; o homem que hoje fizer questão do uso de instrumentos musicais no culto deve apresentar um texto no Novo Testamento que o autorize. Se não se puder achar nenhum, respeitemos o silêncio de Deus.

Apêndice: argumentos usados para fundamentar o uso de instrumentos musicais
Usados no céu

Alguns tentam justificar o uso de instrumentos musicais no culto pelo fato deles serem mencionados em Apocalipse como algo existente no céu (veja Apocalipse 5:8; 14:2). De fato, é improvável que se trate de instrumentos físicos, dada a natureza espiritual do céu e a natureza simbólica de Apocalipse. Mas, mesmo que fossem instrumentos musicais, isso não autorizaria o uso deles hoje no culto cristão. Haverá crianças no céu (já que não têm pecado), mas isso não autoriza que sejam batizadas hoje. A Bíblia fala de haver um altar de incenso no céu, mas isso sem dúvida não sustenta o uso dele no culto. Não há casamentos no céu (Mateus 22:30), mas não podemos usar isso para fundamentar uma ordem de celibato (1 Timóteo 4:1-3). Os que hoje desejam usar harpas, flautas ou outros instrumentos no culto, devem mostrar a autorização para usá-los como adoração. Se conseguissem fazê-lo, não haveria necessidade alguma de recorrer ao Antigo Testamento ou ao céu para fundamentar o uso.
Os salmos

Alguns se utilizam do fato de que devemos entoar salmos (Colossenses 3:16), a fim de tentarem fundamentar o uso do instrumento musical. O raciocínio deles segue mais ou menos assim: temos a ordem de louvar a Deus com salmos; os salmos se referem a instrumentos musicais; portanto, podemos usar instrumentos musicais. Colossenses 3 nos diz o que devemos fazer com os salmos -- cantá-los! Colossenses 3 não nos autoriza a fazer tudo o que os salmos mencionam. Por exemplo, os salmos ordenam os sacrifícios de animais (Salmos 20:3; 51:18-19; 66:13-15) e a dança para o Senhor (Salmos 150:4). O fato de cantarmos os salmos certamente não nos autoriza a sacrificar animais, nem a praticar a dança religiosa.
A palavra grega

De vez em quando você ouvirá alguém ensinar que a palavra grega traduzida por "louvando" em Efésios 5:19 significa cantar acompanhado de instrumento. Isso não é verdade. Mil anos antes do Novo Testamento ser escrito, a palavra (psallo) significava "dedilhar". Naquela época era então usada em referência ao instrumento musical. Mas, no período em que o Novo Testamento foi escrito, a palavra simplesmente significava "cantar". É por isso que quase todas as traduções da Bíblia, tanto em inglês, quanto em português, traduzem a palavra por cantar, louvar ou coisa semelhante. Os melhores e mais confiáveis dicionários gregos também deixam claro que a palavra significava cantar no período do Novo Testamento. Mesmo no antigo grego, na época em que a palavra significava "tocar um instrumento", o instrumento era sempre citado especificamente no contexto (mesmo naquela época não significava tocar se não houvesse menção a nenhum instrumento no contexto). No contexto de Efésios 5, o único "instrumento" é o coração! Podemos dedilhar as cordas de nosso coração enquanto cantamos, mas a palavra psallo não dá autoridade para tocar instrumentos.
Auxílios e acréscimos

Às vezes há quem afirme que o instrumento musical é meramente uma ajuda ao cântico, mas não de fato um acréscimo à adoração. No Antigo Testamento, no entanto, o instrumento era usado especificamente para louvar a Deus, e não apenas para ajudar a cantar. O fato é que estamos tratando de dois tipos de música: a vocal e a instrumental. O Antigo Testamento autorizava ambos; o Novo Testamento só autoriza a música vocal.

por Gary Fisher

Miriã: uma moça forte e corajosa

E sua irmã postou-se de longe, para saber o que lhe havia de suceder (Êxodo 2.4).
 
Miriã cujo nome pode significar amargura era a irmã mais velha de Moisés, a criancinha que foi colocada num cesto de junco para que fosse salvo da morte. O decreto de Faraó foi desumano, duro e impiedoso: Toda criança hebreia do sexo masculino deveria ser morta. Claro que a menina Miriã sofreu por causa do seu pequeno irmão recém-nascido.
Miriã sabia que a situação era difícil. O que ela fez?
 
• Aprendeu com seus pais a confiar no Senhor.
• Aprendeu com seus pais a amar seus irmãos.
• Aprendeu com seus pais a ser fiel à família.
 
1. Miriã é temente a Deus:
 
Nós olhamos para essa moça e percebemos que mesmo jovem, mostrou possuir espírito forte e também uma sabedoria. Uma líder do povo de Deus num momento crucial da história. Foi ela quem dirigiu a celebração depois da travessia do Mar Vermelho e que transmitiu a Palavra de Deus ao povo, compartilhando com eles sua jornada de quarenta anos no deserto. Apesar de ter sido uma bênção para a vida de seu irmão, lá na frente ela ficou leprosa por causa do seu orgulho e insubordinação e não pôde entrar na Terra prometida.
Interessante que Miriã não esconde seus sentimentos e diz que é cercada pelas lembranças do que aconteceu com seu povo. Ela não se esquece dos anos no Egito, o grito das mães cujos filhos foram assassinados ou os gemidos de irmãos enquanto trabalhavam até a morte. Mas, ela se lembrou do maná que Deus deu. Ela lembrou que Senhor ouviu também as queixas e mostra claramente que Deus permitiu que ela vivesse e a curasse.
Embora as Escrituras não revelem os pensamentos de Miriã, nem a atitude de seu coração depois de ter sido castigada por queixar-se de Moisés, não é errado pensar que ela tenha se arrependido durante os sete dias de seu afastamento. A última notícia que temos de Miriã é que ela morreu e foi sepultada em Cades-Barnéia, não muito longe de onde Agar encontrara um anjo no deserto, muitos anos antes. Como os irmãos Moisés e Arão, Miriã morreu pouco antes de os israelitas terminarem sua peregrinação de 40 anos no deserto. Ela também foi impedida de entrar na Terra prometida.
Mesmo no meio da pisada de bola de Miriã não podemos tirá-la da galeria da fé. Ela foi temente a Deus quando ajudou a salvar o bebê Moisés, futuro libertador de Israel. Ela foi uma irmã cuidadora e dedicada. Ela foi um instrumento usado por Deus para preservação da vida do seu irmão. O que me chama a atenção no processo é que ela faz tudo, acompanha tudo, olha para aquele pequeno cesto que carrega seu irmão e espera até alguém ver o menino. Logo cedo ela exercita sua fé no Eterno Deus.
Ela aprende logo a confiar no caráter de Deus quanto a proteção e preservação do menino. É assim que Deus quer que andemos. Ele quer que confiemos no seu caráter e provisão. Miriã é apenas irmã de Moisés, mas ela já aprende o que Deus quer de nós: confiança total no seu caráter. Isso me lembra o texto do Salmo 4.8 Em paz me deitarei e dormirei, porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança.Muitas vezes estamos desesperados diante dos problemas normais da vida. Perdemos o sono quando não conseguimos pagar as contas, quando enfrentamos um problema de saúde na família. Quando as metas não são alcançadas. No Salmo Davi pede em oração para que Deus alivie o seu coração na angústia. Muito provavelmente ele está num momento de exílio e fuga diante de Saul. No meio de extrema angústia da alma Davi demonstra ter fé em Deus. Ele pede o socorro diante de Deus e pede para ouvir a sua oração. Porque ele sabe que Deus é seu defensor absoluto.
Ele é protegido pelo poder de Deus e desfruta de tanta segurança e tranquilidade que não tem problema algum para dormir. Ele se gloria no fato de que só Deus é a sua proteção e que ele dorme com segurança mesmo desprotegido no sentido humano porque a qualquer momento, ele poderia ser pego por Saul e seus homens. Ele não se preocupa porque a sua direção é divina. Ele confia mais em Deus do que nos homens que o protegem de Saul e seus homens. Então ele dorme em paz porque sabe que Deus o faz habitar em total segurança. Creio que essa é a atitude de Miriã mesmo ouvindo o choro de outros bebês que foram mortos pelo Faraó.
 
2. Miriã conduz o povo ao louvor a Deus:
 
Nos dias bíblicos, o povo dançava para celebrar acontecimentos felizes e para louvar. A dança nas Escrituras está sempre ligada a alegria e a felicidade. A primeira menção da dança nas Escrituras foi no relato que descreve Miriã dirigindo as mulheres israelitas na dança que celebrou a derrota milagrosa dos egípcios no Mar Vermelho, efetuada por Deus.
Podemos imaginar a emoção das mulheres enquanto andavam entre as paredes de água do Mar Vermelho, com os carros egípcios logo atrás delas. Com medo de perder a vida, chegaram sem fôlego à praia oriental, voltando-se a tempo de ver as águas descendo para afogar os egípcios e seus cavalos.
Logo o medo deu lugar à alegria. Estavam livres! Quando Miriã passou com um tamborim cantando um hino de louvor a Deus, os pés das mulheres se moveram para acompanhar o ritmo dela, suas vozes juntaram-se à dela na canção, e dançaram! Os hebreus dançavam na adoração, geralmente em louvor a Deus por sua libertação dos inimigos (I Sam. 18.6; Salmo 149.3). Eles dançavam para celebrar eventos felizes, como casamentos e a volta de entes queridos para casa (Lc 15.25). Os hebreus, homens e mulheres, não dançavam juntos. Os homens quase sempre dançavam sozinhos como fez Davi diante da arca (II Sam. 6.14) enquanto as mulheres dançavam juntas.
Há alguma evidência de que a dança fazia parte da adoração da primeira igreja cristã. Mas, segundo vários escritores cristãos primitivos, isso logo degenerou e deixou de expressar um louvor puro ao Senhor. Pouco tempo depois a dança foi banida.
O fato é que Miriã e as mulheres foram tomadas de um sentimento de adoração pela libertação que houve a dança de alegria pela graça e poder de Deus realizando maravilhas. Através da vida dessa moça, Israel teve no seu rosto o riso e a alegria. Ela é a mulher que faz o povo oferecer louvores ao Eterno Deus.
Uma pergunta: o que você faz em casa quanto a alegria do Senhor? Você é uma esposa que faz seus maridos e filhos celebrarem ao Eterno pelos milagres e graça na vida?
O texto de Êxodo 15.19-21 é bem claro ao mostrar para nós a importância de Miriã na condução do povo à adoração ao Eterno Deus. Vejam que essa moça é tão especial que centenas de anos mais tarde é lembrada pelo profeta Miquéias como líder de Israel junto a Moisés e Arão (Miq. 6.4). O seu legado precioso para nós é: Cantai ao Senhor, porque gloriosamente triunfou e precipitou no mar o cavalo e o seu cavaleiro (Ex 15.21).
 
Uma oração: Pai, obrigado pelas vezes em que trataste comigo, por amar-me o suficiente e assim me advertir na medida certa. Ajuda-me a arrepender-me e a perceber meus pecados, a fim de não precisares chamar minha atenção para eles. Permite que experimente alegria por ter recebido teu perdão no meu coração.